segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
(tudo isso em silêncio) André Luiz
O coração pulsa na ponta dos meus dedos num constante estado de amorpulsante. Ele bate um tumtumtum descompassado por querer descompassar, como se dissesse que precisa ser ouvido. É, meu coração tem a mania de berrar nas linhas quando ele dói, quando o frio chega, quando ele quase morre. Mas também transborda por essas linhas quando a respiração não dá conta dos suspiros incontáveis de dias em que um abraço faz um sorriso abrir na cara e que um gesto nosso é como que necessidade também de nossos corações, que pulsam novamente com o ar renovado e se faz notar criando então rabiscos azuis que passeiam por entre flores e chegam até você na forma de palavras doces infinitas.Ah, coração. Sou feito dele da cabeça aos pés. E, se não fosse, sei lá o que seria das palavras e de todo o resto..
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário